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23 frases inspiradoras de Gloria Steinem

23 frases inspiradoras de Gloria Steinem sobre coragem, liberdade, igualdade, sonhos e a força de transformar o mundo.



Gloria Steinem pensativa em primeiro plano, com símbolos feministas, silhuetas de mulheres, multidão em protesto e flores ao fundo.



Algumas pessoas passam pela história. Outras ajudam a mudá-la.


Gloria Steinem pertence à segunda categoria. Jornalista, escritora e ativista, ela se tornou uma das figuras mais conhecidas do movimento feminista nos Estados Unidos e dedicou décadas à defesa da igualdade entre mulheres e homens.


Gloria Steinem morreu em 2 de setembro de 2026, aos 92 anos, em sua casa, em Nova York. A notícia foi divulgada por sua fundação, que informou que ela morreu pacificamente, cercada por pessoas que a amavam.


Sua trajetória esteve ligada à chamada segunda onda do feminismo, especialmente nas décadas de 1960 e 1970. Ela ajudou a fundar a revista Ms., participou da criação de organizações voltadas à participação política das mulheres e utilizou o jornalismo como instrumento para questionar desigualdades.


Mas talvez uma das formas mais bonitas de conhecer seu pensamento seja por meio de suas palavras.


Por isso, reunimos 23 frases inspiradoras de Gloria Steinem sobre liberdade, coragem, igualdade, sonhos, poder e a importância de sermos fiéis a quem somos.








23 frases de Gloria Steinem


1. “Uma feminista é qualquer pessoa que reconhece a igualdade e a plena humanidade de mulheres e homens.”

Essa talvez seja uma das frases mais conhecidas de Gloria Steinem. Para ela, feminismo não significava colocar mulheres acima dos homens, mas reconhecer a dignidade e o valor de ambos.



2. “Sem saltos de imaginação ou sonhos, perdemos a emoção das possibilidades.”

Gloria Steinem via os sonhos não como uma fuga da realidade, mas como o começo de algo que ainda pode ser construído.



3. “Afinal, sonhar é uma forma de planejar.”

Uma frase curta, mas poderosa. Antes de existir um caminho, muitas vezes existe apenas a coragem de imaginar que ele é possível.



4. “O poder pode ser tomado, mas não dado.”

Para Steinem, conquistar autonomia também significa deixar de esperar que alguém entregue a você aquilo de que você precisa para transformar sua própria vida.



5. “O processo de tomar o poder é, em si, um processo de empoderamento.”

A transformação não acontece somente quando chegamos ao objetivo. O próprio caminho já pode nos tornar mais fortes.



6. “Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta.”

Essa frase é frequentemente atribuída a Gloria Steinem, mas há uma importante ressalva: Steinem não foi sua autora. Ela ajudou a popularizá-la, mas atribuiu a frase à ativista australiana Irina Dunn.



7. “A verdade vai libertá-la, mas primeiro vai deixá-la furiosa.”

Uma das frases mais provocadoras associadas a Steinem resume bem seu estilo: descobrir a verdade nem sempre é confortável, mas pode ser o primeiro passo para mudar alguma coisa.









8. “As mulheres talvez sejam o único grupo que se torna mais radical com a idade.”

Para Steinem, envelhecer não precisava significar perder força, curiosidade ou disposição para questionar o mundo.



9. “Uma mulher liberada é aquela que faz sexo antes do casamento e tem um emprego depois.”

Com seu conhecido senso de humor, Steinem provocava as expectativas tradicionais impostas às mulheres sobre casamento, sexualidade e trabalho.



10. “Uma mulher tem duas escolhas: ser feminista ou masoquista.”

A frase, frequentemente citada em textos sobre Steinem, revela seu tom provocador ao criticar estruturas que mantinham mulheres em posições de submissão.



11. “A maioria das mulheres neste país está a um homem de distância da assistência social.”

A frase chama a atenção para a dependência econômica que, durante décadas, deixou muitas mulheres vulneráveis à falta de autonomia financeira.



12. “Uma vez que deixamos de buscar aprovação, geralmente achamos mais fácil conquistar respeito.”

Há uma lição bastante atual aqui: viver tentando agradar todo mundo pode nos afastar justamente da pessoa que deveríamos aprender a respeitar primeiro — nós mesmas.



13. “Ser incompreendida por pessoas cujas opiniões você valoriza é absolutamente doloroso.”

Nem toda incompreensão significa que estamos errados. Às vezes, significa apenas que escolhemos um caminho que outras pessoas ainda não conseguem compreender.



14. “A história da luta das mulheres pela igualdade pertence aos esforços coletivos de todos aqueles que se preocupam com os direitos humanos.”

Steinem sempre enfatizou que grandes transformações não são obra de uma única pessoa. Movimentos sociais são construídos por muitas vozes.



15. “Nenhum de nós pode ser libertado se outros grupos não forem.”

Essa ideia traduz uma dimensão importante do pensamento de Steinem: liberdade não deveria ser privilégio de poucos, mas uma conquista compartilhada.



16. “Precisamos nos preocupar menos em fazer o que é mais importante e mais em fazer aquilo que podemos.”

Nem sempre conseguimos resolver os grandes problemas do mundo. Mas quase sempre existe alguma coisa que podemos fazer.









17. “A lei e a justiça nem sempre são a mesma coisa.”

Steinem questionava a ideia de que tudo aquilo que é legal necessariamente é justo — uma reflexão que ultrapassa o feminismo e alcança a própria sociedade.



18. “Um pedestal é uma prisão tanto quanto qualquer outro espaço pequeno e limitado.”

Ser colocada em um pedestal pode parecer elogio, mas também pode significar ser presa a uma imagem criada pelos outros.



19. “O primeiro problema para todos nós, homens e mulheres, não é aprender, mas desaprender.”

A frase toca em uma questão essencial: muitas das ideias que carregamos sobre homens, mulheres, sucesso e felicidade foram ensinadas antes mesmo de termos idade para questioná-las.



20. “Pop culture shapes our ideas of what is normal and what our dreams can be.”

Em outras palavras, Steinem observava que a cultura popular influencia aquilo que consideramos normal e até aquilo que acreditamos ser possível sonhar.



21. “O sexismo não é inevitável.”

Essa ideia esteve no centro de sua atuação durante décadas: desigualdades construídas pela sociedade também podem ser questionadas e transformadas.



22. “Eu não mudei. O casamento mudou.”

Steinem se casou pela primeira vez aos 66 anos, em 2000, com David Bale. Ao explicar sua decisão, destacou que as mudanças nas leis permitiam que o casamento pudesse ser vivido de maneira mais igualitária.



23. “Eu sou velha, mas o movimento é jovem.”

Talvez não exista melhor maneira de encerrar esta lista. A frase resume uma característica marcante de Gloria Steinem: ela não enxergava a própria trajetória como o ponto final de uma luta. Para ela, movimentos pertencem às novas gerações, que continuam levando adiante aquilo que ainda precisa ser transformado.








Quem foi Gloria Steinem?


Gloria Marie Steinem nasceu em 25 de março de 1934, em Toledo, Ohio. Tornou-se jornalista e ganhou projeção nacional ao abordar questões que envolviam mulheres, política, trabalho e desigualdade.


Um dos episódios mais conhecidos de sua carreira jornalística aconteceu em 1963, quando trabalhou disfarçada como coelhinha da Playboy para investigar as condições de trabalho das mulheres nos clubes da revista. A reportagem, A Bunny's Tale, ajudou a revelar situações de exploração e sexismo.


Na década seguinte, Steinem se tornou uma das principais vozes do movimento feminista americano.


Ela foi uma das figuras ligadas à criação da Ms. Magazine, cuja primeira edição regular chegou às bancas em 1972, e participou da fundação de organizações como o National Women's Political Caucus, a Ms. Foundation for Women e o Women's Media Center.


Em 2013, recebeu do presidente Barack Obama a Medalha Presidencial da Liberdade, uma das maiores honrarias civis dos Estados Unidos.


Gloria Steinem teve filhos?


Não. Gloria Steinem não teve filhos.


Ela falou diversas vezes sobre sua escolha de não ser mãe e explicou que essa decisão lhe permitiu dedicar mais tempo à sua carreira, ao ativismo e às causas nas quais acreditava.


Steinem também defendia uma visão mais ampla de família, cercando-se ao longo da vida de amigos, colegas, ativistas e pessoas de diferentes gerações.



Qual foi o movimento de Gloria Steinem?


Gloria Steinem foi uma das principais representantes do movimento feminista americano, especialmente da chamada segunda onda do feminismo, que ganhou força nos Estados Unidos nas décadas de 1960 e 1970.


O movimento ampliou a discussão sobre os direitos das mulheres para além do direito ao voto, abordando temas como igualdade no trabalho, autonomia, direitos reprodutivos, participação política, violência e discriminação de gênero.


Steinem ajudou a transformar essas discussões em jornalismo, organizações, manifestações e espaços políticos.


Ela não apenas falou sobre mudança. Ela ajudou a construir os espaços onde essa mudança poderia acontecer.








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